Ciclo de debates é novidade do #DiadoGraffiti2017

Para a edição do Dia do Graffiti de 2017, o núcleo curatorial, em conjunto com a Ação Educativa, organizou quatro mesas sobre a temática. Veja a programação completa e participe:

Ação em Debate Especial – Graffiti: direito à cidade e políticas públicas
Motivado pela ação de retirada dos graffitis da Avenida 23 de Maio em ato arbitrário da Prefeitura de São Paulo, este debate pretende ir além das polêmicas de ocasião para discutir qual o entendimento de arte de rua por parte do poder público e por parte dos artistas e ativistas.
Dia 27/03, 19h30

Debatedoras:
Gabriela Leal, antropóloga, Coletivo Imargem
Lilian Amaral, artista visual, pesquisadora e curadora
Gabriela Bigo, Ocupa Coletivo
Marília Jahnel, ex-Coordenadora de Direito à Cidade da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo.

O que é graffiti hoje?
Mais de quarenta anos após seu surgimento na década de 1970 como arte marginal perseguida pela ditadura, o graffiti passou pelos coletivos dos anos 1980, pela ascensão do Hip Hop na década seguinte até a virada do milênio, quando se aproximou do pixo ao mesmo tempo em que flertava com as galerias. Afinal, de que graffiti estamos falando hoje?
Dia 28/03, 17h

Debatedores/as:
Celso Gitahy, Stencil Br
Sócrates, Viela em Close
Kátia Suzue, Diurnas
Mauro Neri, grafiteiro e pixador

Graffiti: arte e mercado
Desde a consagração de OsGêmeos no início do século XXI, os grafiteiros passaram a ser observados com mais atenção pelas galerias e pela mídia. Tal fenômeno criou um espaço cada vez maior para o graffiti no mercado de arte. Como essa relação evoluiu nos últimos anos? No que a dinâmica comercial altera a essência do graffiti?
Dia 28, 19h30

Debatedores/as:
Enivo, grafiteiro
Siss, grafiteira
Rui Amaral, grafiteiro
Paulo Klein, crítico e curador de arte

Mulheres no graffiti
As mulheres conquistaram espaço no graffiti nas últimas décadas, retomando um certo protagonismo que tiveram nos anos 1980. Na maioria das vezes, elas atuam em coletivos e buscam ações em rede. Qual o tamanho da presença feminina no graffiti hoje? Como discutir questões como gravidez e maternidade no contexto da arte de rua? Do ponto de vista estético, qual a contribuição das mulheres no graffiti?
Dia 29, 17h

Debatedoras:
Meduza, grafiteira e homenageada do Dia do Graffiti 2017
Nene Surreal, grafiteira
Carolina Teixeira (Itzá), coletivo Fala Guerreira
Verônica, coletivo Efêmeras

Lançamento da exposição com atividades artísticas, com a participação de MC Layla, Buia e DJ Erry-G.

#diadograffiti

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